segunda-feira, 23 de junho de 2008

21.06.2008

Hoje um dia de deslocamento longo e cansativo até quase Palmas. Explico esse até quase. Ontem a noite tinha sido informada que toda a estrutura básica ficaria em Niquelândia durante a realização da especial. Como havia sido informada pela Ana (Vieira, a assessora de imprensa da equipe) que deveria permanecer onde ficam concentradas as informações, combinei aocm a equipe de ficar. Acntece que nesta manhã descobri que,além de terem me enrolado, parte da estrutura da organização estava seguindo rumo a Palmas e outra parte rumo a Paranã, onde termina a primeira fase da primeira maratona. Sorte que o motorhome não havia saído e segui rumo a palmas com eles.
Porém, Jean teve problemas com o diferencial dianteiro e precisava trocar a peça. Sei que deve ter sido um verdadeiro sufoco pra localizar alguém da equipe pra levar a peça até o piloto. Alcançado o caminhão de peças, na altura de Paraíso do Tocantins, voltei com os apoios para Paranã. Chegamos às 11 da noite. Não encontramos os pilotos e dormi dentro da picape, enqanto os meninos dormiam dentro da barraca dentro do ginásio.
Fazia um bom tempo que não via uma cidade como Paranã, que concentra na praça principal da cidade toda a aparelhagem básica municipal. Hospital, prefeitura, Câmara, Igreja e coreto ficam, literalmente, um ao lado do outro. O prefeito da cidade, uma figura!!! De chapéu a la Indiana Jones, blazer de um brilho verde meio estranho e uma sandália típica nordestina, cumprimentava a todos sem saber se era piloto ou não, desejando as boas vindas.
A cidade é pequenina, com um povo afável porém tímido. Acho que ficaram meio assustados com as picapes motos e caminhões que passaram por alí.
- Em tempo - nem era preciso toda a equipe ter se dado ao trabalho de trazer a peça à dupla. Jean e Youssef não tinham tempo hábil para realizar a troca do diferencial e resolveram correr a especial assim mesmo. Chegaram em oitavo.

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